sábado, 20 de setembro de 2014

MARINA SUBSERVIENTE ACEITA ATÉ ESPIONAGEM DOS EUA




MARINA SUBSERVIENTE DIZ PARA AGÊNCIA DOS EUA QUE DILMA ERROU AO REPELIR A ESPIONAGEM NORTE-AMERICANA. FOI ELOGIADA PELOS EUA E ALIADOS ...

Marina minimiza crítica à espionagem e defende “nova” política externa

"A posição reacionária de Marina Silva (PSB) vai se aprofundando a cada entrevista ou declaração em ato político de campanha. Desta vez, a candidata do PSB resolveu tecer posições sobre a política externa brasileira em entrevista a "The Associated Press", que foi comentada e celebrada pelo jornal britânico “The Independent”, de quinta-feira (18).

Da agência norte-americana de notícias "Reuters":

"Assim como pela grande mídia brasileira [e pela oposição], as posições de Marina foram celebradas pelo inglês "The Independent"

Marina minimizou a espionagem norte-americana, mas quando questionada se manteria a política de relações com Cuba, Venezuela, China e Irã, ela tergiversou, afirmando que o diálogo nesses casos é essencial.

Segundo Marina, o povo cubano precisa de ajuda para “fazer uma transição do regime atual para a democracia”, mas por outro lado, defendeu a aproximação com o governo dos EUA e, indiretamente, criticou a postura da presidenta Dilma Rousseff, que rechaçou na ONU a espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA) norte-americana.

Em defesa da soberania brasileira, Dilma denunciou a ação criminosa em plenária da ONU e cancelou um convite feito pelo presidente norte-americano Barack Obama para uma visita formal de Estado.

O que Marina não se conforma é com o fato de o convite de Obama - que foi o primeiro feito a um líder brasileiro em duas décadas e a primeira vez que um líder internacional rejeitou -, é resultado do protagonismo do Brasil na política externa, que buscou novos polos de poder e a intensificação dos laços com a América Latina, diferentemente da política tucana - elogiada por Marina - que priorizava as relações com as grandes potências fechando acordos que ampliavam a dependência externa do Brasil.

Marina tomou distância da posição brasileira em face da espionagem ianque. Mesmo dizendo que se trata de “grave erro”, afirmou também que, se estivesse no lugar de Dilma, seguiria em frente. “Ambos os países precisam melhorar esta situação, para reparar os laços de cooperação”, disse ela. “O governo brasileiro tem o direito absoluto de não aceitar tal interferência, mas também não pode ficar simplesmente estagnado por conta desse problema. Vamos ter força de vontade suficiente para reconstruir esse relacionamento”, completou Marina".
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"Erro" é consequência de uma ação inesperada, sem planejamento ou conhecimento, o que não pode ser atribuído à espionagem norte-americana. As revelações feitas no ano passado pelo ex-agente da CIA, Edward Snowsen, mostrou um vasto esquema de espionagem eletrônica, organizado e planejado pelo Pentágono com anuência e supervisão de Washington.

Mas em sua subserviência, Marina acredita que as ações terroristas, arrogantes e antidemocráticas do governo norte-americano não devem ser repelidas. Ao contrário do tratamento aos governos progressistas, cujo compromisso é promover a igualdade e a qualidade de vida do seu povo, como Cuba, Venezuela e China.

Subserviência não muda

Em 2010, a então pré-candidata pelo PV e senadora Marina Silva endossou o coro da grande mídia e criticou, em entrevista à rádio CBN, a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação aos governos da Venezuela e de Cuba.

No ano passado, ela escancarou o seu direitismo político e o rancor quando, em 5 de outubro, ao oficializar a aliança com o PSB, disse que estava na chapa para "lutar contra o PT e o chavismo que se instalou no Brasil”.

Com tais posições, o jornal britânico coloca a candidata num pedestal, afirmando que Marina “poderia melhorar as relações do Brasil com os Estados Unidos, além de ampliar a pressão internacional em prol dos direitos humanos”.

Como vemos, sua aliança é com os setores mais reacionários e atrasados do Brasil. A “nova política” que tanto papagueia e diz representar, não passa da velha subserviência à oligarquia e aos ditames imperialistas [norte-americanos]."

FONTE: escrito por 
Dayane Santos, da redação do Portal "Vermelho",(http://www.vermelho.org.br/noticia/249796-1). [Título, subtítulo e trechos entre colchetes adicionados por este blog 'democracia&política']

MARINA É MARIONETE DE GEORGE SOROS




FATO OU TEORIA DA CONSPIRAÇÃO?

fundação estrangeira que financiou Marina

Por Miguel do Rosário, jornalista
Não queria botar mais lenha nessa fogueira, mas não posso esconder uma coisa dessas dos leitores.

Quero deixar claro que não acredito e não quero acreditar em nenhuma teoria da conspiração. Blogueiros são paranoicos por natureza, mas sou também jornalista e como tal tenho obrigação de não acreditar em teorias de conspiração.

Oxalá seja apenas uma teoria idiota, que aliás nem é exatamente uma teoria, mas um apanhado de coincidências perturbadoras.

Meu lado blogueiro, porém, me força a, pelo menos, publicar o que andei fuçando por aí.

No mínimo, isso dá um belo roteiro de thriller político. Verossimilhança e histórico de fatos similares ocorridos no passado, não faltam.

Uma reportagem da [agência norte-americana de notícias] Reuters publicada no início de agosto revelou que um prestigiado hacker espanhol descobriu uma brecha gravíssima no sistema de segurança de aviões de passageiros. Ele afirmou que é possível invadir sistemas de navegação de aviões e jatinhos e manipular os dados de satélite enviados ao piloto.

E com isso, interferir no voo e, portanto, provocar acidentes.

É impossível não relacionar isso ao acidente que vitimou Eduardo Campos, mudando completamente o quadro eleitoral no Brasil.

A morte de Campos, num acidente ainda inexplicado, tem suscitado febris teorias de conspiração. No site "Strategic Culture", há dois autores que acreditam em participação da CIA e de especuladores internacionais: o Wayne Madsen e o Nil Nikandrov.

Os motivos que levaram esses autores a desconfiar de um atentado são mais ou menos óbvios:

1 – Prejudicou imensamente o favoritismo de Dilma Rousseff, presidente com grande popularidade entre os pobres no Brasil, mas odiada pelo mercado financeiro, sobretudo após a paulada que deu nos juros no segundo ano de seu governo. O aumento do controle governamental sobre a energia, tanto a hidroelétrica quanto o pré-sal também devem incomodar a banca especulativa internacional.

2 – Marina Silva, por sua vez, acena com a independência formal do Banco Central, e sua assessoria econômica é formada por neoliberais de quatro costados. Andre “Haras” Rezende, por exemplo, largou seus iates e cavalos de raça no exterior e veio ao Brasil prestar serviços à Marina. Segundo eles, Marina Silva seria uma “marionete” de George Soros.

Um leitor me advertiu sobre outra coisa.

A imprensa deu destaque à doação de Neca Setúbal [Banco Itaú] de R$ 1 milhão ao Instituto Marina, que correspondeu a 83% do total recebido pela ONG da candidata.

Mas não falou nada sobre a “Fundação Porticus”, que deu os outros 17%.

A Porticus é uma fundação financiada e até hoje controlada de perto pela família Brenninkmeyer, bilionários de origem holandesa e alemã, donos da C&A.

Os Brenninkmeyers são conhecidos na Europa por sua reserva. Não dão entrevistas, não são vistos em público, seus diretores são obrigados a assinar rígidos contratos de confidencialidade.

O jornal britânico "Telegraph" publicou matéria, há alguns anos, sobre a família. O título: “Secretive dynasty with ruthless streak”, uma dinastia cheia de segredos e de temperamento implacável. A tradução é livre. "Ruthless" pode ser também “cruel”, “impiedoso”.

Em 2006, uma matéria no "Brasil de Fato" denunciava que as lojas da C&A vendiam roupas produzidas em condições degradantes para os trabalhadores.

Há toda uma polêmica ainda, na Europa, sobre as notórias alianças entre os Brenninkmeyers e o nazismo. A empresa experimentou um período de expansão e consolidação na Alemanha, seu principal mercado, justamente durante os anos de ascensão do nazismo no país.

A família participa do "Clube 1001", que financia organizações ambientais pelo mundo, como a WWF, e seus membros são relacionados na parte “controversa”, justamente por causa de suas atividades políticas.

Segundo a revista "Private Eye", o "Clube 1001" tem como real objetivo ser uma plataforma para “encontrar casualmente lideranças do terceiro mundo que controlam uma parte substancial dos recursos naturais do planeta”.

A revista então lista uma série de operações políticas, várias delas secretas, que envolvem o Clube ou a WWF.

Os Brenninkmeyers, ultracatólicos, também são importantes financiadores do "Opus Dei" e membros da família participam da cúpula da poderosa organização católica norte-americana "National Leadership Roundtable on Church Management".

Adivinha quem também participa da diretoria dessa organização?

Segurem a respiração! Leon Panetta, diretor-geral da CIA entre 2009 e 2011, e secretário de Defesa dos EUA, de 2011 a 2013.

Essa organização católica foi criada por Geoffrey Boisi, importante financista norte-americano, que se tornou o sócio mais jovem da "Goldman Sachs" a partir de 1978, e fundador da "The Beacon Group, LLC", uma investidora e consultoria financeira de contas bilionárias; foi também diretor e sócio do "Morgan Chase" e do "J.P. Morgan".

Boisi foi membro em 2001, junto com George Soros, do setor norte-americano de uma organização intitulada "Trilateral Comission", que reúne a elite política e financeira dos três maiores blocos de países desenvolvidos do mundo capitalista: EUA, Europa e Japão. O objetivo declarado da Trilateral é manter a ordem internacional sob seu controle e orientação.

É ou não uma boa teoria de conspiração?"

FONTE: escrito por Miguel do  Rosário em seu blog "O Cafezinho"  (http://www.ocafezinho.com/2014/09/19/a-fundacao-estrangeira-que-financiou-marina/).

BOFF: "AS MÚLTIPLAS RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA"




As muitas razões para votar em Dilma

Por LEONARDO BOFF, ex-frade franciscano, teólogo e professor universitário

(originalmente publicado na "Carta Maior")

"Reconhecendo os percalços e erros que houve nos últimos 12 anos do governo de Lula-Dilma e vendo os esboços de projetos políticos apresentados pelos partidos de oposição, estou convencido de que o projeto liderado pelo PT com Dilma é ainda o mais adequado para o Brasil. Só por isso já meu voto vai para Dilma Rousseff.

Mas tenho outras razões a serem ponderadas:

A primeira delas se trata de algo de magnitude histórica inegável. A partir de 2002 com Lula e seus aliados ligados às bases da sociedade, fez-se, pela primeira vez, uma revolução democrática e pacífica no Brasil. Importa dizer claramente: o que ocorreu não foi apenas uma alternância de poder, mas a alternância de classe social. As classes dominantes que ao longo de toda a história ocuparam o Estado, garantindo mais seus privilégios do que os direitos de todos, foram apeadas do Estado e de seus aparelhos. Um representante das classes subalternas, Lula, chegou a ser Presidente. E realizou uma verdadeira revolução no sentido que Caio Prado Jr. deu em seu clássico "A Revolução Brasileira" (1996): revolução significa “transformações capazes de atender as aspirações das grandes maiorias que nunca foram atendidas devidamente; revolução que leva a vida do país por um novo rumo”.

Não podemos negar que milhões viram suas aspirações atendidas e que hoje o rumo do Brasil é outro. Pode não ser do agrado das classes dominantes que foram derrotadas pelo voto. De um Estado neoliberal e privatista que se alinhava ao neoliberalismo dominante, passamos a um Estado republicano, Estado que coloca a res publica, a coisa pública, o social no foco de sua ação, Daí a centralidade que o governo Lula-Dilma deu aos milhões que estavam secularmente à margem e que foram – são 36 milhões – inseridos na sociedade organizada.

Essa conquista histórica não podemos perdê-la. Há que consolidá-la e aprofundá-la. Os que antes comiam caviar têm que se acostumar a comer carne de sol ou baião de dois.

Para consolidar essa revolução é que voto em Dilma.

A segunda razão consiste em garantir as duas revoluções que ocorreram: uma rumorosa e outra silenciosa. A rumorosa foram as muitas políticas sociais que são do conhecimento geral. Essas ficaram visíveis nas multidões que começaram a usufruir daqueles benefícios mínimos de uma sociedade moderna. Tal fato correu mundo e serviu de ponto de referência para outros países. Mas houve tambem uma revolução silenciosa: as várias universidades federais criadas em todo o pais e as dezenas de escolas técnicas e cursos professionalizantes que habilitaram milhões de pessoas. Essa política de educação deve ainda ser estendida, multiplicada e ganhar qualidade. Por essa razão meu voto vai para Dilma.

Uma terceira razão é o crescimento com a multiplicação de empregos. É verdade que o nosso crescimento é pequeno mas nunca se manteve o desemprego a níveis tão baixos, 5% dos trabalhadores. No mundo, dada a crise neoliberal, existem na zona do euro 102 milhões de desempregados e com nenhum ou com irisório crescimento. Nossa geração viu cair dois muros, o de Berlim em 1989 e o de Wall Street em 2008. Resistimos às duas quedas: não perdemos os ideais do socialismo democrático nem tivemos que desempregar e renunciar às políticas públicas. Os salários nesses 12 anos subiram 70% acima da inflação. Por isso, minha preferência é por Dilma.

Uma quarta razão: em algns estratos do PT, houve corrupção. Essa não vem de agora mas de muito antes. Há que reconhecê-la rejeitá-la e condená-la Mas jamais, em nenhum momento, se acusou a Presidenta Dilma de corrupta. Nem nunca ela aceitou aprovar projetos que fossem danosos ao povo brasileiro. Sempre foi fiel ao povo, point d’honneur de sua gestão.

Lutaremos para vencer. Não para vencer simplesmente. Mas para consolidar o que já se ganhou, avançar e aprofundar em muitos pontos, especilamente, naqueles que foram gritados nas ruas em junho de 2013. Resumindo, ai se pedia: queremos uma democracia participativa, na qual os movimentos sociais possam ajudar a discutir, pensar e decidir os melhores caminhos especialmente para os mais vulneráveis. Isso implica melhor educação, mais saúde, transporte decente, saneamento, cultura onde o povo possa mostrar o que sabe e participar do que se faz nas várias regiões do Brasil.

Temos que avançar na redução da desigualdade, na sustentabilidade ambiental, na reforma agrária, no proteção das terras indígenas e na cultura generalizada. Pela cultura, se supera a mentalidade meramente consumista e materialista e se cria o espaço para aquilo que só o ser humano pode realizar: criatividade nas artes, na música, no teatro, no cinema, nas letras e em outros campos em que a cultura se expressa. Na cultura, se revela mais claramente a alma de um povo. Estou seguro que Dilma acatará esses pontos. Para que isso aconteça com mais segurança, voto em Dilma.

Estamos assistindo ao alvorecer de uma nova civilização biocentrada à qual devem servir a economia, a política e a cutura. O Brasil tem todas as condições de ser um dos primeiros a inaugurar essa nova fase da história. Com Dilma, será mais fácil percorrer esse caminho. Por isso voto em Dilma."

FONTE: escrito por LEONARDO BOFF, ex-frade franciscano, teólogo e professor universitário. Publicado no jornal "Brasil 247"  (http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154022/As-muitas-razões-para-votar-em-Dilma.htm). O autor, Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff, nasceu em Concórdia-SC em 14 de dezembrode 1938. É teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Foi membro da Ordem dos Frades Menores (franciscanos). 

ENERGIA: O PRIMARISMO DA PROPOSTA DE MARINA





O primarismo da proposta energética de governo de Marina 

Por Rogério Maestri, engenheiro, Mestre em Recursos Hídricos

O primarismo da proposta energética de governo de Marina

1) Introdução
.

Quando se quer renovar, é necessário ter base sólida para não cair em grandes bobagens, e me parece que isso está ocorrendo no programa de governo de Marina.

Como a proposta básica de Marina Silva é a sustentabilidade, ou seja, onde ela se diz mais forte, fui exatamente ao programa no item referente aos “cinco grandes focos” para “a sustentabilidade da matriz energética brasileira”, onde li os pontos básicos, que transcrevo literalmente, são:

1) aumento da eficiência energética;
2) aumento da participação da eletricidade na matriz energética;
3) realinhamento da política para focar nas fontes renováveis e sustentáveis, tanto no setor elétrico como na política de combustíveis, com especial ênfase nas fontes renováveis modernas (solar, eólicas, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração);
4) redução de consumo de combustíveis fósseis e
5) ampliação da geração distribuída.
"

A grosso modo, esse programa parece correto e levaria a um resultado satisfatório e desejável para qualquer país. Porém, olhando em detalhes, ele provocaria um caos energético na matriz energética brasileira. Logo, vamos aos fatos.

O primeiro item, logicamente, já está sendo feito atualmente, pois significa reduzir as perdas do sistema. Porém isso deve ser feito por financiamento público, pois para as companhias privadas nacionais muitas vezes é mais econômico manter o sistema como está do que ter que investir, por exemplo, na diminuição do fator de potência que leva a altas cargas resistivas. Ou seja, a pergunta que é sempre feita, quem vai pagar a conta?

Pode-se passar a políticas punitivas aos consumidores, obrigando-os a se ajustarem a metas de melhoria na eficiência. Em resumo, obrigando os setores industrial, comercial e residencial a investimento, como por exemplo, passar toda a iluminação residencial a lâmpadas LED, mas tudo isso tem um custo e não é baixo.

Os itens (2) e (4) poderiam ser resumidos em um só item: a substituição da energia de queima de combustíveis fósseis por geração e transmissão de energia elétrica por outras fontes.

No item (5), a ampliação da geração distribuída já é permitida e feita nos dias atuais, mas como geralmente a energia é gerada por meios convencionais ou por fontes renováveis, como a instalação de células fotovoltaicas em casas, transferem-se custos altíssimos para o proprietário que instalará a sua autogeração.

Mas o mais preocupante de tudo são os detalhes que aparecem no núcleo da proposta, o item (3). Para que as propostas (2) e (4) se viabilizem, é necessário que a (3) funcione, ou seja, que haja um realinhamento da política de geração de energia.

2) Comentários sobre fontes alternativas de geração.

Nesse ponto é que está o nó da questão. Para se gerar energia, se pode, por exemplo, extrair das cascas de laranjas ou tangerinas combustíveis líquidos. Isso é possível e foi feito na segunda guerra pelos alemães para suprir com um mínimo de combustível seus aviões, devido a total carência de outras fontes. Diga-se de passagem que após a guerra nunca mais se fez isso porque os custos econômicos e principalmente energéticos são altíssimos.

Ou seja, no momento em que se gera energia, tem-se que levar em conta o custo monetário e, principalmente, o custo energético que é necessário para a extração da mesma. Um exemplo mais recente é o biodiesel. Com as técnicas atuais de geração de biodiesel, a energia necessária para gerá-lo é praticamente a mesma que ele produz, ou seja, se troca seis por meia dúzia.

Curiosamente, na proposta de governo sobre energias alternativas se coloca uma pequena mentira e se omite uma grande verdade.

Primeiro, a grande mentira está na expressão “fontes renováveis modernas”, dando o aspecto que as fontes como as citadas, solar, eólicas, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração, são grandes novidades e podem surpreender tecnologicamente a todos. Pois bem, vamos colocar algumas datas do início da geração de cada um dos itens.

A energia solar é utilizada há mais de 200 anos em caldeiras e coletores parabólicos para a geração direta de calor. O efeito fotovoltaico é mais recente. Foi descoberto em 1839 por Edmond Becquerel e já tem 60 anos de utilização pública (1955 em Phoenix no Arizona). Com a necessidade de fornecer energia a satélites, pesquisas com alto grau de sofisticação e alto grau de tecnologia estão sendo feitas há mais de 50 anos, sem ainda gerarem coletores eficientes e de baixo custo. Há 
à vendano momento, coletores solares de baixo custo, devido a razões de superprodução encalhada desses coletores pelos chineses (a Europa deixou de investir em fotovoltaica e os chineses encalharam, com bilhões em fábricas e estoques).

A energia eólica, como todos sabem, já Dom Quixote lutava contra moinhos de vento, e ela se encontra já tocando no limiar de eficiência teórica dessas máquinas. Sabendo que o vento é aleatório e que poucas regiões (que já estão sendo aproveitadas) têm ventos fortes e constantes, essa energia já está sendo utilizada baseada em FORTES SUBSÍDIOS ESTATAIS. No momento em que se passar para uma escala maior de utilização, os subsídios ainda terão que ser mais fortes, pois as regiões melhores já estarão sendo utilizadas e não há possibilidade de aumento na eficiência do sistema de geração. Outro problema da energia eólica é a falta de estabilidade na geração que ela leva ao sistema de distribuição. Na Alemanha, onde o sistema de distribuição é bem mais robusto e concentrado que o nosso, essa instabilidade está gerando grandes problemas.

Biomassa, já temos claro o problema. Se expandirmos mais a produção de álcool de cana de açúcar, diminuiremos a produção de alimentos ou teremos que ocupar novas áreas de produção! A geração de energia por biomassa já é conhecida há bastante tempo.

Quanto à geração de energia por marés, coisa que apesar de já ter sido, em 1966, inaugurada a primeira usina marémotriz do mundo em La Rance, na França, ela tem uma necessidade indispensável: a existência de marés com fortes desníveis, que são extremamente raras nas costas brasileiras. Poderíamos, no Maranhão e noutros lugares do norte do Brasil, a custa de eliminação de mangues, produzirmos uma energia ínfima que não compensaria a destruição do meio ambiente causada pela mudança dos períodos de enchimento e esvaziamento dos estuários e baías, ou seja, o estrago ambiental seria enorme em relação a uma energia mínima.

Bicombustíveis de segunda geração ainda estão em pesquisa, não se sabendo ainda o que dará em relação ao custo econômico e energético para sua implantação comercial. Ou seja, talvez num futuro não muito distante, uns cinco a dez anos, isso seja uma solução, mas não se pode contar com algo que está ainda em pesquisa para substituir a matriz energética.

Quanto a uma das “fontes renováveis modernas” a energia geotermal, é uma verdadeira piada colocar isso num programa de governo; e pior, não foi ocasional, pois já verifiquei isso! Primeiro, que ela não é “moderna”. Em 1911, começaram os primeiros projetos experimentais na Itália e em 1913 era gerada numa instalação comercial 250 kW no mesmo país. Mas sempre com um detalhe: é necessária uma região com VULCÕES para que gere esse tipo de energia. Há também a possibilidade, em regiões em que a crosta terrestre seja mais fina, de fazer grandes perfurações com sondas iguais às de petróleo para atingir regiões onde a Terra está suficientemente quente; mas isso só é possível quando se tiver uma geologia extremamente conveniente, e, além disso, injetando-se água nessas perfurações podem-se obter gases extremamente tóxicos na saída do vapor.

Para complementar o assunto fontes renováveis, A GRANDE VERDADE OMITIDA NO PLANO DE GOVERNO [de Marina] sobre energias renováveis é que é DELIBERADAMENTE ESCONDIDA a única grande fonte de energia renovável abundante e barata que existe no Brasil, a HIDROELETRICIDADE.

São dois motivos que levam a não citação dessa fonte de energia: um, que é comprovadamente falso: a emissão líquida de gases de efeito estufa em reservatórios em países de clima tropical e semitropical; e outro, que é resolvido por uma política correta de compensações: o desalojamento de populações ribeirinhas.

Em países frios, como a Noruega, a geração por hidroeletricidade é considerada ecologicamente correta, sendo destacado em todo o mundo que a geração de gases de efeito estufa é mínima e que essa energia é “limpa”.

A partir de poucas observações em barragens nos trópicos que criaram problemas ambientais (Petit Salut na Guiana e Balbina no Brasil), extrapolaram-se os dados dessas para todos os futuros aproveitamentos. Além disso, os balanços entre a liberação de CO2 foram feitos de forma incorreta, não levando em conta uma série de fatores que não cabe aqui detalhar. 


Para dar subsídios corretos ao assunto, foi realizada extensa e cara pesquisa que envolveu 108 pesquisadores de cerca de 15 instituições, foram feitas 44 campanhas de campo entre 2011 e 2012, em 11 aproveitamentos hidroelétricos no Brasil, oito em operação (UHEs Balbina, Itaipu, Tucuruí, Serra da Mesa, Xingó, Três Marias, Funil e Segredo) e três em construção (UHEs Santo Antônio, Belo Monte e Batalha). A conclusão dessa pesquisa mostra QUANTITATIVAMENTE que barragens não são fontes fortes de emissão de gases de efeito estufa.

Como conclusão desse trabalho, chegou-se à conclusão que, à exceção de Balbina (que era considerada por muitos o modelo de emissão - 1.71959gCO2e/kWh) a emissão de gases por kWh gerado foi: 


---para as usinas de Segredo, Funil, Itaipu, Xingó, foi de 4,59gCO2e/kWh, -1,32gCO2e/kWh e -0,5gCO2e/kWh respectivamente (as últimas duas absorvem CO2). 
---As Usinas de Três Marias, Serra da Mesa e Tucuruí apresentaram valores mais altos 50gCO2e/kWh, 32gCO2e/kWh e 48,7gCO2e/kWh gerado, que apesar de serem mais altos ainda são abaixo de qualquer geração com energia fóssil (gás ~400gCO2e/kWh ou óleo). 

Esses valores são equivalente ou menores do que barragens em clima frio, como a canadense Eastmain 47,9gCO2e/kWh. Participaram desse estudo 108 pesquisadores da CEPEL e COPPE/UFRJ, INPE, UFJF, UFPA, UFPR e IIEGA.

3) Conclusão:

Em resumo, EXATAMENTE onde o PROGRAMA DE GOVERNO de MARINA deveria ser o mais consistente é exatamente onde apresenta MAIORES CONTRADIÇÕES.

As propostas de Marina para energia escondem, mais por motivos políticos do que por princípios ambientais, a omissão daquilo que levaria o Brasil a ser um dos países do mundo com geração de energia LIMPA [a geração hidroelétrica]. A luta contra a retirada indiscriminada e sem compensações aos moradores ribeirinhos de rios em que os lagos das barragens ocupariam é uma luta justa, mas que passa pelo pagamento de indenizações e políticas públicas de melhora das condições de vida dessas pessoas. Porém, para a esse ponto há necessidade de capacidade de negociação e enfrentar o desgaste que essa posição produz."

FONTE: escrito por Rogério Maestri, engenheiro, Mestre em Recursos Hídricos e especialista em Mecânica da Turbulência. Publicado no "Jornal GGN" (http://jornalggn.com.br/fora-pauta/o-primarismo-da-proposta-energetica-de-governo-de-marina).

O NAVIO "CLANDESTINO" DE UMA MÍDIA QUE NÃO AMA O BRASIL




Por Fernando Brito

"Segunda-feira à tardinha, o ilustre cidadão e a esclarecida cidadã que cruzaram a ponte Rio-Niterói “deram por falta” de um imenso navio azul, coberto de torres, que se encontrava à direita de quem sai da ponte, logo após a Base Naval de Mocanguê.

Não que fosse um navio digno de se notar: afinal, tem apenas 345 metros de comprimento e 58 de largura, o que resulta numa área de três campos de futebol “padrão Fifa”. Nem que, por “baixinho”, pudesse escapar à visão de quem passava: afinal, tem 30, 3 metros de altura máxima, o que chega perto da metade do imenso vão central da ponte.

Pois acredite o amigo leitor que esse navio, cujos complicadíssimos módulos de convés que filtram, separam, processam e deixam prontos para irem para os tanques de armazenamento nada menos que 150 mil barris de petróleo por dia e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural, partiu “incógnito”, quase às escondidas, para o campo de Sapinhoá Norte.

Lá, ele vai tirar este mundo de petróleo do pré-sal da Bacia de Campos.

Porque Sapinhoá, que opera hoje com apenas três poços ligados à plataforma "Cidade de São Paulo", reúne os maiores poços em produção já registrados no Brasil, com médias que superaram 42 mil barris por dia. E lá há poços que esperam apenas por um navio-plataforma para produzir.

O "Cidade de Ilhabela" saiu quietinho, tendo como companhia apenas a bruma da tarde, porque este país não dá valor a aquilo que constrói e pode fazer independente.

Em outras terras, o gigante sairia escoltado por rebocadores e seus apitos, batizado por jatos d´água merecidos por um herói que, durante 20 anos, vai dar ao Brasil, todos os dias, perto de US$ 15 milhões.

Isso mesmo, todos os dias, com o petróleo nos preços de hoje e sem contar o gás.

Mas que horror!

Não se pode deixar que notícias assim se espalhem. É um mau exemplo.

Independência é só aquele quadro dos cavalos à beira do riacho e de um homem de bigodes e espada na mão.

É preciso silêncio total na mídia.

E a Petrobras, devassada e detratada todos os dias na imprensa, “republicanamente” apanha quieta.

Senão, é capaz de dizerem que o navio sumiu porque o Paulo Roberto Costa deu sumiço nele. Guardou na garagem de casa, quem sabe?"


FONTE: escrito por Fernando Brito em seu blog "Tijolaço"  (http://tijolaco.com.br/blog/?p=21345).

O VAI E VEM DA PETROBRAS NA BOLSA





Sobre o vai e vem da Petrobras na bolsa


Por Flávio Tonelli Vaz*, no "
Brasil Debate"

"A cada sobe e desce do valor das ações da Petrobras na bolsa, as vozes da oposição tentam tirar proveito eleitoral. Contra os fatos, querem nos convencer de que os governos de Lula e Dilma depreciam esse patrimônio nacional.

Sobre esse movimento, é preciso deixar claro que, além dos humores de uma ciranda financeira internacional, o valor de uma empresa na bolsa está muito associado à distribuição de lucros e dividendos aos seus acionistas.

E, sob o domínio neoliberal, quem comanda é o rentismo e, para atendê-los, as empresas estão obrigadas a privilegiar resultados de curto prazo, aumentando as transferências aos acionistas.

A Petrobras cresceu muito nesses últimos 10 anos. As suas reservas comprovadas aumentaram 45% entre 2002 e 2012. O seu valor patrimonial passou de US$ 15,5 bilhões para US$ 126 bilhões, no mesmo período.

O futuro é ainda mais promissor, porque ninguém discorda de que a nova legislação do Pré-Sal assegura à Petrobras acesso, como operadora exclusiva, a essa que é a maior reserva de óleo recém-descoberta no mundo.

Então, por que os rentistas estão insatisfeitos com essas conquistas do povo brasileiro?

A resposta decorre exatamente do novo papel que os governos Lula e Dilma determinaram para a Petrobras. Toda a cadeia produtiva do setor de petróleo e gás representa hoje 13% do PIB nacional. Em 2000, essa participação era de apenas 3%. E, com o Pré-Sal, pode chegar a 20%.

Essa evolução é resultado direto da ação dessa importante empresa estatal e da exigência de conteúdo nacional presente nas políticas de compras da empresa e nos novos contratos de concessão e de partilha. Além do aumento qualitativo, essa é uma transformação qualitativa.

São bens e serviços de maior valor agregado, que envolve pesquisa, ciência, tecnologia, patentes, melhores empregos e maiores salários.

Esse modelo de desenvolvimento da cadeia produtiva nacional exige que a Petrobras realize um volume grande de investimentos, reaplicando na economia nacional uma significativa parcela dos seus resultados.

Nas gestões de feição neoliberal, como a de FHC/PSDB, diferentemente, os valores investidos eram menores e a distribuição de resultados proporcionalmente maior.

Em 2002, por exemplo, a Petrobras investiu uma quantia pouco superior (133%) ao montante de seus lucros distribuídos. Em 2012, o investimento foi 343% maior do que o volume entregue aos acionistas. Essa é, certamente, uma das razões dessa gritaria contra esse projeto e o novo papel da Petrobras nesse cenário.

Com a atual agenda de investimentos, o País se desenvolve, a Petrobras se valoriza, a produção, o refino e o faturamento crescem, mas a distribuição de lucros, nem tanto. Os investidores de longo prazo ganham. Os de curto prazo, nem tanto.

A Petrobras tem milhares de brasileiros como acionistas, mas também não nos enganemos. Essa campanha contra a Petrobras visa a agradar aos grandes investidores, em sua maioria, estrangeiros.

Durante o governo de FHC/PSDB, em seu projeto de privatização da “Petrobrax”, a participação do governo federal no capital total da empresa caiu de 60% pra 32% e uma parcela considerável das ações da Petrobras passou a ser comercializada na Bolsa de Nova York, onde estão 2/3 dos acionistas (excetuando-se as cotas do governo federal).

Devemos nos questionar acerca do que é mais importante: colocar a Petrobras a serviço do projeto nacional de desenvolvimento, criar riquezas para o País e empregos e renda para os trabalhadores, ou caminhar na direção contrária, ajudando a concentrar a renda, via distribuição de resultados, em sua maior parte diretamente ao exterior? A quem cabe essa decisão?

Que esses rentistas reclamem é possível entender, que a grande mídia que os representa lhes faça coro, também. Os ataques à Petrobras ou a essa política que partem de candidaturas da oposição questionam, das mais diversas formas, a escolha soberana do povo brasileiro, através de seu governo, pela primeira opção. A serviço de quem estão essas candidaturas?

Outro ponto está relacionado ao processo eleitoral. A associação entre pesquisas, perspectivas de candidaturas e o valor das ações da Petrobras em bolsa é uma clara materialização da intervenção de especuladores, que resolveram jogar com o nosso direito de voto, com o nosso direito de escolha de um projeto para o País.

Os destinos da Petrobras e o papel que ela desempenha na economia sempre estiveram associados ao projeto de Nação. Para o neoliberalismo de FHC/PSDB, Aécio e Marina, a Petrobras, como todas as empresas públicas, deve ser apequenada.

Em seus programas de governo, não há espaço para a ação estatal em prol do desenvolvimento, a soberania nacional ou para a qualidade dos empregos para a maioria. Assim, o caminho que Marina e Aécio preconizam não interessa ao povo.

A mobilização contra investidas que buscam corromper o processo eleitoral é fundamental para a democracia. E a defesa e o fortalecimento da Petrobras, para que possa continuar cumprindo esse papel de destaque no desenvolvimento nacional, põe em movimento os segmentos mais avançados da nossa sociedade pela reeleição da presidenta Dilma."

FONTE: escrito por Flávio Tonelli Vaz, especialista em orçamentos públicos, assessor técnico na Câmara dos Deputados; integra a Plataforma Política Social. Artigo publicado no "Jornal GGN"  (http://jornalggn.com.br/blog/brasil-debate/sobre-o-vai-e-vem-da-petrobras-na-bolsa-por-flavio-tonelli-vaz).

PETROBRAS PRODUZIRÁ 4 MILHÕES DE BARRIS POR DIA ATÉ 2030





Do "Jornal GGN"

"A meta da Petrobras, segundo a presidenta da estatal, Graça Foster, é atingir, no período de 2020 a 2030, de forma competitiva, a produção de 4 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil, o que garante o crescimento da empresa. Segundo ela, após esse período, a estimativa sobe para 5,2 milhões de barris de petróleo por dia. São essas estimativas que marcam o ritmo dos leilões, mas sem poder estipular antecipadamente um calendário para os certames.

Segundo informações da Agência Brasil, a presidenta avalia que a eficiência operacional da Petrobras na Bacia de Campos era 71%, em 2012 e chegará no fim deste ano em 78% ou até um pouco mais. Graça Foster defendeu a continuidade do trabalho, marcado por disciplina e planejamento. “Para cair, cai rápido, para subir é muito trabalho, muito planejamento, muita disciplina, além de muito recurso”, disse, durante evento realizado no Rio de Janeiro. “Temos dado prioridade à manutenção e à eficiência”, destacou.

Graça Foster disse que é "muito interessante" ver os parceiros da Petrobras satisfeitos aqui no Brasil, demonstrando isso no aumento da produção. “Parcerias com operadores é uma premissa, não só por conta dos 30% do pré-sal, que a lei nos leva a essa participação, mas como premissa geral. A Petrobras não se enxerga trabalhando isoladamente. Não seria possível. Então, os parceiros são extremamente importantes, por isso, o projeto de Libra tem importância fundamental”, disse.

Graça citou o estudo "World Energy Outlook 2013", da "Agência Internacional de Energia", que aponta o Brasil desempenhando um papel central no atendimento das necessidades de petróleo no mundo até 2035, respondendo por um terço do crescimento líquido da oferta mundial do produto. “Ele pula do 13º lugar com 2,2 milhões de barris de petróleo [em 2012], para o 6º lugar, segundo determinadas premissas”, disse.

Segundo ela, a empresa busca a liderança no mercado.“Disciplina é fundamental e nós podemos tornar-nos um player ainda mais importante no cenário mundial”, comentou."


FONTE: do "Jornal GGN"   (http://jornalggn.com.br/noticia/petrobras-quer-produzir-4-milhoes-de-barris-por-dia-ate-2030).

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