segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Debate da Record: "DILMABATE" DE NOVO



Do portal "Conversa Afiada":

DilmaBATE de novo na Record

Machão veio mais manso, mas voltou a agredir: a Lingua Portuguesa 

Aécio comprou vacina de cavalo como gasto de Saúde

No quarto e último bloco do debate da Record, ontem, domingo (19), a Presidenta Dilma fez as suas considerações finais:

"Nestas eleições, 2 projetos do país estarão em jogo. Um que garantiu crescimento e igualdade pra todos e o outro que desempregou no passado.

Eu sei que ninguém é uma ilha e nem ninguém consegue crescer sozinho. Tenho certeza que o povo cresceu, porque o Brasil mudou..

O meu governo combateu a pobreza, aumentou salário e emprego. Para governar, é preciso olhar para todos os brasileiros, sem distinção.

Não vamos deixar que nada neste mundo, nem crise, nem inflação e nem pessimismo tire do povo o que o povo conquistou.

Nós estaremos juntos fazendo com que o Brasil cresça mais para que o povo cresça junto. Por isso, humildemente, peço seu voto".


O terceiro bloco começou com a Presidenta Dilma Rousseff, que perguntou sobre Educação. Outro assunto abordado foi infraestrutura. Os erros de português do candidato Aécio Neves ganharam destaque.

A maioria das obras estão”, disse Aécio.

Os fatos se explicam por si só” – pobre língua.

Infraestrutura:

"Aécio, o Sr. tem que se informar pra conhecer melhor o Brasil. Nós finalizamos a Ferrovia Norte Sul sim. Para quem tem, de obra, só um centro comercial em Minas Gerais o senhor está bem ousado".

Educação:

"Nós democratizamos o acesso às universidades.

O ENEM é o maior processo de seleção, um exame universal..
Vocês nunca fizeram programas gratuitos nessa escala, são 8 milhões de matrículas.

Aécio, o meu governo considera que a educação é um dos principais fatores para combater a desigualdade social.

Através do ENEM o estudante acessa o ProUni, o Fies e o CSF. O que o senhor (Aécio) pensa do acesso à Universidade?

Os senhores sucatearam o ensino superior no Brasil

Vocês (PSDB) foram contra o ProUni, até entraram na Justiça contra ele. Assim não é possível entender como o Sr. pode ser a favor da educação"
.

No segundo bloco, o candidato Machão disse que não “haverão”.
Cruz credo, diria o Drummond!

De novo: Sobre o Pronatec: “as pessoas se matrícula”…

Segundo Bloco:

Pronatec:

"Vocês proibiram o governo federal de produzir escolas técnicas e o governo do presidente Lula revogou essa proibição .

Aécio, sabe qual é a maior prova da verdade sobre a lei que vocês aprovaram sobre as escolas técnicas? Que vocês (PSDB) só fizeram 11 em oito anos..

Nós fizemos 422. Só eu fiz 1600% a mais do que vocês
" [em dois governos].

Bancos Públicos:

"Aécio, o Sr. vem cantar galo e não sabe onde. Acho terrível quando isso acontece com uma pessoa!

Ouvi o seu Ministro da Fazenda, que o senhor (Aécio) já escolheu, dizer que diminuirá o papel dos bancos públicos..

Eu escutei várias falas de Armínio Fraga dizendo que não sabia o que irá ficar dos bancos públicos, caso vocês assumam.

O BB é o grande responsável pelo "Plano Safra" da agricultura familiar e do agronegócio

A Caixa faz o "Minha Casa Minha Vida". Uma parte inteira do programa é subsídio do governo

Não tem investimento em mobilidade urbana sem participação dos bancos públicos

Aécio, terrorismo é o que faz Armínio Fraga, seu candidato a Ministro da Fazenda".


Áudio: Ouça o que Armínio Fraga, que seria ministro da Fazenda num governo Aécio, disse sobre os bancos públicos:
http://www.viomundo.com.br/denuncias/o-que-arminio-fraga-que-seria-ministro-da-fazenda-num-governo-aecio-disse-sobre-os-bancos-publicos.html

Segurança Pública:

"Estou propondo mudar a Constituição, para que a União possa trabalhar com os estados no combate ao crime organizado. O que o Sr. (Aécio) propõe?

Aécio, o meu governo teve uma experiência muito exitosa, inclusive no estado de Minas Gerais com a integração das polícias durante a Copa.

No caso da segurança pública, eu acho que a União tem que participar mais. Eu proponho mudar a Constituição Federal para isso .

Eu vou levar os Centros de Comando e Controle a todos os estados, vou integrar as polícias.

Queremos combater o crime organizado. Queremos impedir que estados como Minas, por exemplo, continuem tendo índices elevados de homicídios"
.

Petrobrás:

"O valor da Petrobras, candidato, fique tranquilo, é um valor crescente.
Vocês diziam que o Pré-sal era uma ficção.

Vocês (PSDB), Aécio, venderam as ações da Petrobras a preço de banana. Vocês não têm a menor moral para falar do valor da Petrobras.

Vocês (PSDB) queriam privatizar a Petrobras e já a chamavam de PetrobraX [para eliminar o "bras" de Brasil].

Algo muito importante está acontecendo no Brasil. Vocês (PSDB) diziam que não teríamos condições de explorar o pré-sal. Erraram!

Hoje, o pré-sal gera 500 mil barris por dia, algo que o Brasil levou, antes de nós, 30 anos para extrair.

Dois pesos e 2 medidas estranhas que vocês usam: quando é feito por vocês, é de vocês, quando é feito por nós, não nos pertence. .

O senhor (Aécio) disse pensar que, em algum momento, irá privatizar a Petrobras. Temos isso registrado. Em qual momento será?
"

Na primeira parte do debate na Record, a Presidenta Dilma Rousseff afirmou que um conselheiro do TCU a revelou que até vacina de cavalo foi contabilizada como gasto de Saúde em Minas Gerais.

Primeiro Bloco:

Violência:
Meu governo deu um forte apoio ao microempreendedor individual. Nós reduzimos impostos e formalizamos esses micro e médios empresários”

“Gostaria de saber qual a opinião do senhor (Aécio) sobre a universalização do "simples"? “

“A nossa relação com o "Simples" é a mesma de quando o criamos, no governo FHC”,
disse Aécio Neves.

“Aécio, o 'simples' cresceu 111%. Nós universalizamos o 'simples' este ano. Além disso, nós beneficiamos mais de 450 mil micro empresas”.

Aécio pergunta sobre segurança pública:

Aécio, eu não sei porque, mas você é muito pessimista sobre o crescimento do Brasil. É melhor o senhor rever suas contas.”

“Se compararmos o meu governo com o governo do FHC/PSDB, veremos que invisto mais que o dobro em segurança pública.”

"O Mapa da Violência mostra que de 2002 a 2012 houve um crescimento de 52% no número de homicídios em Minas Gerais, Aécio"
.

Leis trabalhistas:

"Em 2001 [FHC/PSDB] o desemprego estava muito alto e foi aprovado um projeto de Lei que tirava os direitos da CLT.

O senhor (Aécio) acha que a flexibilização da CLT ajuda os trabalhadores?"


Aécio responde que respeita todos os direitos trabalhistas e vai “rever o fator previdenciário”

"Aécio, eu vou refrescar a sua memória: em 2001, estava extremamente elevado o desemprego no Brasil".

Petista lembra de projeto de lei aprovado na Câmara, quando Aécio era seu presidente, que tirava direitos da CLT por acordos.

"Seu partido (PSDB) colocou na pauta a "flexibilização da CLT". Por isso, não acredito que o Sr. não tenha feito essa votação".

"Quando Lula foi eleito, ele enterrou esse projeto de flexibilização da CLT, Aécio".
Inflação:

"O senhor, (Aécio), jamais vai tirar do meu governo o mérito de que temos a menor taxa de desemprego da história, 5%. Esses são dados oficiais

Vocês (PSDB) jogam pelo quanto pior, melhor. A inflação está controlada sim.

Considero muito grave a proposta de vocês (PSDB) de taxa de inflação a 3%, pois ela levará ao que já sabemos: desemprego e arrocho salarial.

Há flutuações, mas os preços voltarão ao normal.

Vocês sempre gostaram de plantar inflação para colher juros. Não lave suas mãos, vocês governaram assim.

O Brasil saiu do Mapa da Fome, que significa um grande ganho para nós, que é o reconhecimento da ONU a esse respeito. .

Inclusive, Aécio, quero fazer uma correção: não foram vocês (PSDB) que criaram o Plano Real, foi o Itamar Franco"
[PMDB].

Petrobras:

Aécio pergunta sobre a Petrobras e Dilma lembra que o ex-presidente do PSDB, Sergio Guerra, foi citado em depoimento.

"Aécio, você confia em todos aqueles do seu partido que a mesma fonte diz que receberam recursos para barrar CPI?

Eu sei que houve desvio de dinheiro, mas o que ninguém sabe é quanto e quem.

Você não pode me responder onde estão os corruptos da "Pasta Rosa", da compra da reeleição, do metrô. Todos soltos.

Eu sou a favor da punição, doa a quem doer. E não faço engavetamentos sistemáticos, como era feito antes.

Vocês jamais investigaram: Sivam, Pasta Rosa, Metros e Trens, Privataria. Por que vocês não investigaram nenhum desses processos?

Aécio, o senhor adora fazer confusões que o beneficiam. Eu fui do Conselho da Petrobras até 2010 e fui eu que demiti o Paulo Roberto, viu?

Eu nunca impedi investigação nenhuma. Agora vocês (PSDB) impediram. Vocês arquivaram 217 acusações".


Saúde Pública:

"Apesar de vocês terem votado contra a CPMF, aumentamos o investimento em saúde.

O Ministério Público entrou sexta-feira passada contra o governo de Minas. Você falou no debate anterior que eu estava mentindo, mas falei a verdade.

Vocês não investiram o mínimo necessário em saúde em MG, por isso tiveram que assinar um Termo de Ajustamento de Gestão.

Um conselheiro do TCU – MG disse que é “difícil engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como gasto para a saúde".


FONTE: do portal "Conversa Afiada"  (http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/10/19/dilma-confronta-aecio-no-debate/)

DILMA E AÉCIO: ALGUMAS COMPARAÇÕES



(Aécio e Dilma no debate do SBT, no último dia 17

Aécio: algumas comparações

Da revista "CartaCapital"

"Dilma Rousseff e Aécio Neves nasceram em Belo Horizonte, Minas Gerais. Dilma em 1947. Aécio em 1960.

O pai de Dilma era um imigrante búlgaro, Pedro Rousseff, advogado e empresário. Aécio vem de uma família de políticos. Seu avô materno era Tancredo Neves, que foi ministro da Justiça de Getúlio Vargas, governador de Minas Gerais e primeiro presidente civil eleito, ainda no colégio eleitoral, pelo MDB. O pai de Aécio, Aécio Cunha, foi deputado federal pela Arena, partido que apoiava a ditadura militar.

A jovem Dilma lutou como guerrilheira contra a ditadura militar, foi presa e barbaramente torturada. Aécio era criança no período.

Dilma e Aécio se formaram em economia. Dilma pela UFRGS e Aécio pela PUC-MG.

O primeiro emprego de Dilma foi aos 28 anos, como funcionária da FEE (Fundação de Economia e Estatística), de onde seria demitida pela ditadura. Torna-se assessora da bancada do PDT, partido no qual militava junto com o então marido, Carlos Araújo. Em 1986, é indicada secretária municipal da Fazenda do prefeito Alceu Collares, de cuja campanha participara ativamente. Em 1989, indicada pelo PDT, torna-se diretora-geral da Câmara de Vereadores. Retorna à FEE em 1991 como sua presidente, nomeada por Collares, agora governador do Rio Grande do Sul. Em 1993, torna-se Secretária de Minas, Energia e Comunicações do governo gaúcho. Em 1999, indicada pelo PDT, é nomeada Secretária das Minas e Energia do governo Olívio Dutra. Em 2001, Dilma filia-se ao PT e em 2002 integra a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. É indicada por Lula ministra das Minas e Energia e, em 2005, para a Casa Civil. Lula a lança candidata a presidente da República e, em 2010, ela é eleita.

Aos 17 anos, enquanto estudava no Rio, Aécio foi nomeado para seu primeiro emprego: oficial de gabinete do CADE, orgão do Ministério da Justiça, com sede na capital federal. Aos 19 anos, ainda estudando e morando no Rio, se tornou assessor do gabinete do próprio pai, deputado federal, em Brasília. Em 1983, se torna secretário particular do avô, o governador Tancredo Neves. Ao se eleger presidente, Tancredo indicou o neto como secretário de Assuntos Especiais da Presidência –só em 1990 a prática de manter parentes sob a chefia imediata foi proibida. Após a morte de Tancredo, recém-formado em Economia, aos 25 anos, Aécio é nomeado diretor de loterias da Caixa Econômica pelo presidente José Sarney e por seu primo, o ministro da Fazenda Francisco Dornelles. Em 1986, é eleito deputado federal e reeleito em 1990, 1994 e 1998. Em 2002, foi eleito governador de Minas e em 2006, reeleito.

Dilma é odiada pelos militares que participaram ou aprovam a ditadura. Aécio recebeu o apoio deles.

Dilma chama o golpe militar de “golpe”. Aécio chama o golpe de “revolução”.

O padrinho político de Dilma é o ex-presidente Lula, do PT, cujo governo foi marcado pelo crescimento, pela valorização das empresas e bancos públicos, pela diminuição da desigualdade e da pobreza, pelo salário mínimo em alta, pelo fim da dívida externa, pelo respeito à soberania nacional, pelo baixo desemprego, pela valorização do ensino superior, pela abertura de novas universidades e pela política externa voltada para a América do Sul, para os países emergentes e para a África.

O padrinho político de Aécio (além de seu avô Tancredo) é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, cujo governo foi marcado pelas privatizações de empresas públicas, pela recessão, pelo desemprego, pela desigualdade, pela fome no Nordeste, pelo salário mínimo em queda, pela dependência do FMI (Fundo Monetário Internacional), pelo sucateamento do ensino superior e pela política externa de subserviência aos Estados Unidos.

Entre os artistas que apoiam Dilma, estão Chico Buarque, Luis Fernando Verissimo e Gilberto Gil. Aécio tem o apoio de Chitãozinho & Xororó, Dado Dolabella e Luciano Huck.

Dilma recebeu o apoio do deputado federal e militante da causa LGBT Jean Wyllys. Aécio tem o apoio dos homofóbicos Marco Feliciano, Pastor Malafaia e Bolsonaro.

No primeiro turno, Dilma teve mais votos entre os mais pobres e negros. Aécio teve mais votos entre os mais ricos e brancos.

Quando Dilma sobe nas pesquisas, os especuladores não gostam e a bolsa cai. Quando Aécio sobe nas pesquisas, os especuladores comemoram e a bolsa sobe.

Dilma é rejeitada pelas multinacionais do petróleo. A possibilidade de Aécio ser eleito já virou motivo de comemoração para as multinacionais do petróleo.

Machistas odeiam Dilma. Machistas adoram Aécio e enumeram suas façanhas amorosas.

Dilma é contra a redução da maioridade penal. Aécio é a favor.

Dilma sofreu oposição ferrenha da imprensa durante a maior parte do seu governo, mas nunca censurou, nem perseguiu ninguém, embora o PT seja acusado seguidas vezes pela mesma imprensa de “atentar” contra a liberdade de expressão.

Aécio foi blindado pela imprensa local e nacional durante toda a sua carreira política, mas é acusado de censurar e perseguir jornalistas.

Nos governos do partido de Dilma, o PT, todas as denúncias foram investigadas, permitindo que membros de seu partido fossem punidos. Nos governos do partido de Aécio, o PSDB, todas as denúncias foram engavetadas e ninguém jamais foi punido.

Dilma é a favor das cotas por raça e renda. O vice de Aécio, Aloysio Nunes (PSDB), foi o único senador brasileiro que votou contra as cotas.

O projeto econômico de Dilma é conhecido e prioriza a justiça social. O projeto econômico de Aécio é obscuro e prioriza o sistema financeiro.

Existem diferenças fundamentais entre Dilma e Aécio. É preciso ter olhos para ver."

FONTE: do blog "Socialista Morena" na revista "CartaCapital" (http://socialistamorena.cartacapital.com.br/dilma-x-aecio-algumas-comparacoes/).

Debate da Record: FHC COMBATEU COM EFICIÊNCIA CONTRA INVESTIGAÇÕES E NOTÍCIAS SOBRE CORRUPÇÃO DO PSDB




FHC “combateu corrupção” tentando pôr o eficiente “engavetador” no STF

Por Eduardo Guimarães

"Apontar ganhador no debate da Record entre Dilma e Aécio no último domingo depende da filiação ou da simpatia partidária de cada um. Claro que cada lado terá seus argumentos sobre o que disse seu candidato para que fosse vencedor, mas, para o eleitor indeciso – que é o alvo dos debates e das campanhas neste momento –, não deve ter havido vencedor.

Este Blog ["Cidadania"], porém, tem opinião sobre o que viu. E, de tudo que foi visto, recolheu ao menos uma informação eloquente para que o leitor enxergue melhor quem se opõe a Dilma.

A numeralha e os termos técnicos são absolutamente inacessíveis para a população em geral. Isso sem falar que Aécio usa mentiras. Por exemplo, ao dizer que todos os indicadores sociais do Brasil vêm caindo. É mentira, vêm subindo há mais de uma década. Mas o tucano não pretende falar a verdade; seu objetivo é dar ares de verdade às próprias mentiras.

Aécio afirmou que Dilma não tem responsabilidade por investigações de corrupção, de modo que as milhares de operações da PF nos governos dela e de Lula, por exemplo, não seriam mérito dos dois. Mentiu de novo.

Sim, o governo pode permitir ou bloquear investigações. Como Dilma lembra sempre, no governo FHC/PSDB chegava-se a transferir delegados da PF que investigavam “mais do que deviam”. E, ao nomear o primo do vice-presidente Marco Maciel como Procurador Geral da República, o ex-presidente tucano agiu para impedir “problemas” com o único órgão que poderia investigá-lo.

Contudo, além de manter um único procurador-geral da República em seu governo de 8 anos, e ainda um PGR que era parente de seu vice, FHC ainda tentou resguardar-se contra problemas futuros com a lei, pois nem ele acreditava que Lula assumiria e colocaria uma pedra sobre o passado.

Poucos se lembram disso, mas FHC tentou colocar no Supremo Tribunal Federal o homem que, durante oito longos anos, tratou de impedir toda e qualquer investigação sobre o governo federal, à diferença do que fariam Lula e, depois, Dilma, os quais nomearam para a Procuradoria sempre o nome indicado pelo Ministério Público.

E, repito, foram 3 PGR’s em 8 anos de Lula e 2 em 4 anos de Dilma contra 1 durante os 8 anos de FHC. É assim, como Lula e Dilma, que se combate a corrupção; é assim, como FHC, que se impede investigações de corrupção.

O ex-procurador-geral da República de FHC, Geraldo Brindeiro, primo do então vice-presidente Marco Maciel, livrou a cara de FHC várias vezes. Uma delas foi no caso da compra de votos para a reeleição do tucano, que o jornalista da Folha de SP Fernando Rodrigues considerou que foi inquestionavelmente corrupção envolvendo o governo tucano.

Veja, abaixo, vídeo em que Rodrigues [da "Folha"] fala sobre o caso.



Alguém foi sequer processado? Houve investigação? Nenhuma. Sabe por que, leitor? Porque FHC/PSDB impediu. Ou melhor, o despachante que pôs na Procuradoria impediu.

O caso ao qual você viu o repórter da Folha se referir foi sumariamente engavetado por Geraldo Brindeiro. Se tivéssemos uma Procuradoria como as de Lula e Dilma, talvez o ex-presidente tucano estivesse saindo hoje da cadeia.

Devido a tão bons serviços prestados por Brindeiro, FHC tratou de tentar colocá-lo no STF, além de ter colocado Gilmar Mendes pouco antes para fazer o servicinho que vem fazendo para o PSDB ao longo dos anos. Porém, o tucano não conseguiu. Com a derrota de Serra para Lula, FHC tornou-se um “lame duck” e não teve força para dar sobrevida ao seu engavetador.

Abaixo, matéria do jornal O Estado de São Paulo de 2 de setembro de 2002 que mostra a manobra que FHC/PSDB tentou para prolongar a vida útil do engavetador-geral da República, quem, ao lado de uma Polícia Federal manietada, impediu que qualquer das muitas falcatruas daquele governo fosse investigada:


[Ampliar para visualizar]

FONTE: escrito por Eduardo Guimarães em seu blog "Cidadania"  (http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/fhc-combateu-corrupcao-tentando-por-engavetador-no-stf/clique aqui para ir à página original da matéria).

"ESTADÃO" SUMIU COM SUA ALUSÃO A AÉCIO E À COCAÍNA





Como o Estadão fez sumir sua chantagem contra Aécio

Por Eduardo Guimarães, em seu blog "Cidadania"

Caro leitor,

"O post abaixo foi publicado originalmente em 20 de maio de 2013 e está sendo republicado (18/10/14). Tem sido resgatado por leitores desde o início da campanha eleitoral e divulgado nas redes sociais. A pedido dos leitores, republico, pois diz respeito a fatos atualíssimos sobre o candidato do PSDB a presidente, Aécio Neves.

O que a matéria abaixo mostra é que ninguém está dizendo nada sobre Aécio que já não era dito inclusive pela mídia que hoje o defende. Veículos paulistas como o jornal O Estado de São Paulo, ao contrário do que fazem hoje, tratavam de fustigar Aécio; ele e José Serra disputavam a indicação do PSDB como candidato a presidente em 2010.

Boa leitura.

Publicado originalmente em 20 de maio de 2013

"Em fevereiro de 2010, uma guerra fratricida foi desencadeada no PSDB. O segundo mandato de Lula chegava ao fim e ele não podia ser candidato à própria sucessão. Os tucanos e a mídia sua aliada estavam céticos quanto às possibilidades do “poste” que achavam que Dilma era e, assim, acreditavam que, fosse quem fosse o candidato deles, seria eleito.

Dois pré-candidatos disputavam a indicação do PSDB para a “barbada” eleitoral que a direita brasileira acreditava que se avizinhava – derrotar uma mulher sem o carisma de Lula e que jamais disputara uma eleição na vida. José Serra e Aécio Neves, então, digladiavam-se pela primazia de enfrentar Dilma.

A imprensa atucanada de São Paulo e do Rio de Janeiro (leia-se Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo) estava muito irritada com Aécio. Apesar de esses veículos e o PSDB acreditarem que Dilma, então praticamente estagnada nas pesquisas, seria mera sparring de dois políticos profissionais como Aécio e Serra, preferia o segundo.

No caso da imprensa paulista, até por Serra ser paulista também – sem falar na maior identificação ideológica com ele –, essa “imprensa” fustigou o PSDB por meses até que Aécio fosse preterido.

Serra estava melhor nas pesquisas e esses veículos, que há mais de uma década demonstram que não entendem a política brasileira, não acreditavam que alguém pudesse começar uma campanha eleitoral com percentuais de intenção de voto tão baixos quanto Dilma e o próprio Aécio tinham e chegar a vencer a eleição.

Nesse jogo, o jornal O Estado de São Paulo fez o movimento mais ousado: chantageou Aécio com um texto escrito por seu ex-editorialista e ex-colunista Mauro Chaves, que faleceria um ano depois.

No auge dessa disputa entre Serra e Aécio, o Estadão publicou artigo de Chaves contendo uma chantagem contra o então governador de Minas Gerais, conhecido por sua vida de “playboy” e sobre quem circulam, há anos, boatos sobre ser usuário de cocaína.

O título do artigo que Chaves escreveu e que foi publicado pelo Estadão em 28 de fevereiro de 2010 já dispensaria o resto do texto: “Pó pará, governador”. Confira, abaixo, a íntegra do artigo.


[ampliar para leitura]


Chaves era um homem bastante erudito. Seu texto era escorreito. Por que usar um título como esse? Por que não “Pode parar, governador”? Ora, porque estava mandando um recado de que os boatos sobre Aécio ser usuário de “pó” (cocaína) viriam à tona caso ele insistisse em criar dificuldades à candidatura Serra.

O artigo causou grande alvoroço e, pouco depois, Serra foi sagrado candidato para a “barbada” que a mídia ligada ao PSDB e o próprio partido acreditavam que seria a disputa contra o “poste de Lula”.

Faltara, entretanto, combinar com os “russos”, ou seja, com o povo.

Voltemos ao presente. Escrevendo um post sobre os ataques de Aécio ao PT durante a convenção do PSDB do último sábado, na qual o hoje senador por Minas Gerais foi eleito presidente do partido, abordei o artigo chantagista em questão.

Pretendia colocar o link para ele no texto. Fazendo a busca no portal do Estadão para localizá-lo, encontro esse link. Contudo, quando tento acessá-lo, não consigo – conduz a uma página em branco.

Veja o link:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

Cito no post, então, o fenômeno. Digo que, “estranhamente”, o link do Estadão para sua matéria conduz a lugar nenhum.

Eis que o leitor Reinaldo Luciano, intrigado como eu, usa seus conhecimentos e mostra que ninguém consegue esconder nada na internet.

O excelente trabalho de Reinaldo desvendou o mistério. Leia, abaixo, o comentário que ele colocou no post anterior, onde explica como o Estadão conseguiu fazer sumir a chantagem que fez Aécio desistir de ser o candidato do PSDB à Presidência da República em 2010 em favor de Serra.
—–

Reinaldo Luciano, twitter.com/rei_lux (Comentário enviado em 20/05/2013 as 11:16)

A respeito da matéria que não abre no Estadão, verifiquei a página e realmente não abria.

Usei o http://archive.org/web/web.php e localizei a dita página, que foi armazenada em cache 28 vezes desde que foi publicada.

Este é o link original, onde a matéria não abre: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

E este é o link recuperado:  http://web.archive.org/web/20100724092328/http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

Ao analisar o cache, notei que, em 26/08/2010, a matéria teve uma linha alterada ou acrescentada, como pode ser vista aqui:  http://web.archive.org/web/20100826060447/http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090228/not_imp331197,0.php

O fato é que, após essa mudança (quando Serra já era candidato e Aécio não representava mais problema), a página sumiu…

Fiz um "print screen" da página e postei no twitter:  https://twitter.com/rei_lux/status/336390621067632640/photo/1

E, para ser ainda mais chato com o Estadão, fiz um videozinho de minhas andanças pelo cache. Veja, abaixo:




FONTE: postado por Eduardo Guimarães, em seu blog "Cidadania"  (http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/como-o-estadao-fez-sumir-sua-chantagem-contra-aecio/).

AÉCIO DESVIOU DINHEIRO DOS PRESÍDIOS PARA EMPRESA DE PERRELLA (IRMÃO DO DONO DO HELICÓPTERO DA COCAÍNA)


 

Senador Zezé Perrella [o dono do helicóptero flagrado com 450 kg de cocaína], senador Aécio Neves e Alvimar Perrella


Aécio reclama verbas para presídios, mas em MG dinheiro foi desviado para empresa de Alvimar Perrella.

No último debate na TV o senador Aécio Neves falou sobre segurança pública e disse que o governo federal deveria dar mais verbas para presídios. Mas se o dinheiro for desviado não há verbas que resolvam.

E em Minas, Aécio tem um escândalo de corrupção iniciado em seu governo com desvio miliário no fornecimento de refeições para os presídios, pela empresa Stillus Alimentos Ltda. de propriedade de Alvimar Perrella, irmão do senador Zezé Perrella, amigo de Aécio.

O esquema foi desbaratado pela operação "Laranja com Pequi".

Um grupo de empresas combinava licitações superfaturadas para fornecer alimentação para órgãos públicos. Os alvos foram prefeituras na merenda escolar e no Estado Minas o fornecimento para presídios.

As empresas corrompiam servidores públicos que elaboravam os editais direcionados para o grupo liderado pela Stillus Alimentação, registrada em nome de Alvimar Perrella, irmão do senador Zezé Perrella. Ambos foram ex-presidentes do Cruzeiro e são amigos de Aécio Neves.

Somente para os presídios, os contratos foram de R$ 166 milhões. O Ministério Público calculou o desvio dos cofres públicos em cerca de R$ 56 milhões".

FONTE: do blog "Os amigos do Presidente Lula"  (http://osamigosdopresidentelula.blogspot.fr/2014/10/aecio-reclama-verbas-para-presidios-mas.html). [Título e trechos entre colchetes acrescentados por este blog 'democracia&política'].

POLÍTICA EXTERNA DE AÉCIO SUBMISSA AOS EUA


Maria Clotilde Lemos Petta é coordenadora da Secretaria de Políticas Internacionais da Contee e diretora do Sinpro Campinas e Região, da CTB e da Fise

Política externa de Aécio Neves: a ALCA em pauta

Por Maria Clotilde Lemos Petta*, para o portal "Vermelho"

Este é um governo que não fala fino com os EUA nem grosso com a Bolívia”, (Chico Buarque de Holanda).


A política externa implementada nos governos Lula e Dilma tem como uma de suas marcas o papel protagonista do Brasil nas relações internacionais. Essa marca tem sido reconhecida por eminentes estudiosos da atual conjuntura.
De fato, uma análise da política externa iniciada no governo Lula com o chanceler Amorim, e que tem continuidade no governo Dilma, tem como uma das suas características uma posição altiva do Brasil nas relações exteriores, em especial com os EUA, e no avanço do processo de integração latino-americana. Sendo assim, é extremamente preocupante a possibilidade de eleição do senador Aécio Neves. Embora tente se apresentar como candidato da mudança, uma análise de sua trajetória política e de suas propostas referentes à política internacional demonstra que sua eleição significará um grave retrocesso no posicionamento do Brasil no cenário internacional.

Um primeiro fato que chama atenção nos seus pronunciamentos e no debate eleitoral é seu posicionamento em relação ao Mercosul. No programa de governo apresentado oficialmente, essa questão é tratada de forma muito genérica. É colocada em termos de “…um acordo preferencial com os Estados Unidos….” ou “…restabelecer a primazia da liberalização comercial …”. Em relação ao Mercosul “…flexibilizar suas regras… e …nova estratégia de negociações comerciais bilaterais, regionais e globais…”(02).

No entanto, na sua trajetória política e em recente pronunciamento é que sua posição frente à política externa fica evidenciada. Em abril passado, em palestra durante o Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), ele classificou o Mercosul como “coisa anacrônica” que “não está servindo a nenhum interesse dos brasileiros”(03).

Aécio Neves repetiria esse posicionamento em vários pronunciamentos e eventos. Em entrevista a um jornal da Argentina, o ‘La Nacional’, declarou: “Temos que ter a coragem de repensar e revisar o Mercosul… Temos que transformar o Mercosul em uma área de livre comércio, que permita a cada Estado-membro firmar acordos comerciais com outros países”, afirmou Aécio. Ele deu uma ideia do que considera adequado: “A Aliança do Pacífico, constituída por México, Colômbia, Peru e Chile, é um exemplo de dinamismo”(04).

O que impressiona nessas declarações é que elas entram em contradição com números apresentados pelo próprio setor empresarial. Newton Lima*, em artigo, considera que, em recente estudo intitulado “Agenda para a integração externa”, produzido pela Federação das Indústrias de São Paulo, conclui-se que nos últimos dez anos as exportações brasileiras para os países do Mercosul somaram US$ 169 bilhões, com superávit acumulado da ordem de US$ 46 bilhões. E mais: mesmo com os efeitos da crise, a partir de 2008, o intercâmbio entre os países do Mercosul foi superior ao do comércio internacional: enquanto as trocas globais aumentaram 13% no período 2008-2012, o comércio intra-Mercosul cresceu mais de 20%(02). Carlos cita artigo do jornal Folha de S.Paulo (18.06.2013), no qual o empresário Benjamin Steinbruch lamenta que as opiniões favoráveis ao abandono do Mercosul “se apoiem em razões ideológicas”(05).

E quais seriam essas razões ideológicas senão Aécio Neves dar continuidade a sua trajetória política marcada pela defesa da nossa subalternização aos interesses norte-americanos? Essa marca de Aécio fica evidente no seu grande apoio dado na tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA). Cabe lembrar que, proposta rejeitada pelos brasileiros, a ALCA – um projeto lançado pelo ex-presidente dos EUA, Bill Clinton – foi abraçada pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O senador é autor do prefácio do livro “O Brasil e a ALCA”, uma produção fruto do debate feito na Câmara em 2001. Nele, Aécio denota que tinha expectativas de ver a ALCA consolidada até 2005, e que considerava “formidável” a liberalização do comércio em um território cujo PIB soma U$ 11 trilhões(06).

Esse posicionamento de Aécio não deixa dúvidas sobre sua intenção de colocar novamente em pauta a proposta da ALCA, atendendo estritamente aos interesses dos EUA. A forma de camuflar uma proposta que já foi amplamente rejeitada pelos brasileiros é tentar se colocar como candidato das mudanças usando expressões como “flexibilização do Mercosul “e “revisar o Mercosul “. Sua eleição, sem dúvida, significará um grande golpe no processo de integração latino-americana e um grande retrocesso na inserção soberana de nosso país no âmbito internacional.

Tem razão Chico Buarque de Holanda, como sempre muito lúcido, que, ao justificar, entre outras razões, seu apoio à reeleição de Dilma Housseff, resumiu sua posição numa frase que já ficou célebre: “Este é um governo que não fala fino com os EUA nem grosso com a Bolívia”.

NOTAS:


01- Perry Anderson – historiador marxista britânico – conferência no evento Fronteiras do Pensamento, Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). De 1815 a 2013: a América Latina e o concerto político das nações.
02- Plano de governo (baixar em PDF)
03- Acessível em http://www.valor.com.br/politica/3509098/no-rio-grande-do-sul-aecio-neves-propoe-o-fim-do-mercosul#ixzz3G7vsdb7O
04- josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/…/aecio-critica-o-mercosul-e-defen...
05- Newton Lima (*) – deputado federal (PT-SP), parlamentar do Mercosul, ex-prefeito de São Carlos e ex-reitor da UFSCar (http://www.parlamentodelmercosur.org/innovaportal/v/8345/2/parlasur/newton_lima_condena_aecio_neves_que_defendeu_fim_do_mercosul.html
06- Prefácio de Aécio Neves (www.marcoscintra.org/2010/download/livro_O_brasil_e_a_alca.pdf)


FONTE: escrito por Maria Clotilde Lemos Petta, coordenadora da Secretaria de Políticas Internacionais da CONTEE e diretora do SINPRO Campinas e Região, da CTB e da FISE. Artigo publicado no portal "Vermelho"
 (http://www.vermelho.org.br/noticia/251662-1).

TSE SE TORNOU CENSOR BENEFICIANDO AÉCIO (aponta a própria tucana "Folha")



Janio de Freitas, veterano colunista da "Folha de São Paulo"



JANIO DE FREITAS ["Folha"]: TSE SE TORNOU CENSOR

"Uma das restrições [do TSE] proíbe a reprodução, nos programas de propaganda eleitoral, de reportagens e artigos de imprensa. Ainda que se destine a restringir o conteúdo e a forma da propaganda, a proibição incide sobre a divulgação dos artigos e reportagens. Logo, restringe a liberdade de imprensa com antecedência. O que caracteriza censura prévia", diz o colunista Janio de Freitas

Do "Brasil 247"


O jornalista Janio de Freitas, colunista da Folha de S. Paulo, classifica como "censura", a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de restringir conteúdos veiculados no horário eleitoral.

Na coluna Censura, ele afirma que "o TSE tomou duas decisões para aplicação imediata na propaganda eleitoral que caracterizam censura".

"O TSE tomou as duas decisões para aplicação imediata nos programas de propaganda eleitoral do segundo turno. Portanto, além do mais, muda as regras de um processo em curso, já em seus últimos dias", diz ele. "Uma das restrições proíbe a reprodução, nos programas de propaganda eleitoral, de reportagens e artigos de imprensa. Ainda que se destine a restringir o conteúdo e a forma da propaganda, a proibição incide sobre a divulgação dos artigos e reportagens. Logo, restringe a liberdade de imprensa com antecedência. O que caracteriza censura prévia".

Para Janio ["da "Folha"], quem se beneficia é o tucano Aécio Neves. "O TSE criou a medida repressora ao considerar queixa de Aécio Neves contra a exibição, na propaganda de Dilma Rousseff, de um recorte de jornal sobre demissões de jornalistas em Minas, atribuídas a pressões do então governador e negadas pelo hoje candidato", afirma.

"A outra medida repressora do TSE equipara-se em tudo à anterior. Proíbe a exibição de entrevistados em apoio a afirmações críticas feitas pela campanha. Nada convém mais a uma crítica do que a fundamentação com fatos ou com manifestações pessoais. O TSE não a quer", diz Janio. "Nesse segundo caso, o TSE proíbe que cidadãos usufruam da liberdade de expressar suas queixas, suas aspirações e, pode ser, sua adesão eleitoral. Ou seja, ao cidadão fica proibido mostrar que é cidadão."

FONTE: do jornal digital "Brasil 247"  (http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157484/Janio-de-Freitas-TSE-se-tornou-censor.htm).


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